‘Caminho certo’, diz Bolsonaro sobre queda em índices de criminalidade

  • Por Jovem Pan
  • 14/10/2019 19h25
Alan Santos/PRNo Twitter, Bolsonaro falou sobre a publicação da lei que permite a venda de bens provenientes do tráfico de drogas, iniciativa do Ministério da Justiça

O presidente Jair Bolsonaro celebrou nesta segunda-feira (14), por meio do Twitter, índices de criminalidade divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Bolsonaro afirmou que ainda há muito a fazer, mas que o resultado mostra o “caminho certo”.

Ele se referiu, principalmente, às reduções de 22,1% de homicídios, de 40,9% de roubos a bancos e de 12% de estupros no primeiro semestre de 2019 em comparação com o mesmo intervalo de 2018.

“Índice de estupros cai 12% no 1º semestre de 2019 em relação ao mesmo período de 2018 (fonte: Sinesp). Ainda há muito a fazer, mas o resultado mostra que estamos no caminho certo! Seguimos firmes na missão de devolver aos cidadãos a segurança e liberdade que lhes foi tirada”, escreveu Bolsonaro na rede social.

“Temos muito ainda para avançar!”, postou um pouco antes, sobre os indicadores de assassinatos e roubos a instituições financeiras.

Os dados apresentam um declínio em todos os nove crimes assinalados pelo Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas (Sinesp).

De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o ministro Sergio Moro disse que a diminuição é consequência da atividade de inteligência e ação integrada entre as forças federais, estaduais e distritais. “Se aprovado o pacote anticrime no Congresso Nacional, o número de crimes cairá mais”, afirmou.

O Sinesp aponta ainda que as tentativas de homicídio caíram em 9,4%, os latrocínios (roubo ou extorsão violenta, à mão armada), 23,8%, e lesão corporal seguida de morte em 3,2%, no mesmo período.

Os roubos de carga tiveram redução de 25,7%, os de veículos, de 27%, e os furtos de veículos, de 9,9%, de acordo com o balanço do governo.

*Com informações do Estadão Conteúdo