Diogo Mac Cord de Faria substitui Salim Mattar na Secretaria de Desestatização

Engenheiro mecânico é mestre em administração pública pela Universidade de Harvard e doutor em engenharia pela Universidade de São Paulo (USP)

  • Por Jovem Pan
  • 26/08/2020 09h55
Edu Andrade/Ascom/MEDiogo Mac Cord de Faria vai comandar a Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia

O presidente Jair Bolsonaro confirmou a nomeação Diogo Mac Cord de Faria para o comando da Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia. Ele substitui Salim Mattar, que pediu exoneração do cargo. O decreto de nomeação, assinado pelo presidente e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, está publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (26). Faria ocupava o cargo de secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura do Ministério da Economia.

Diogo é engenheiro mecânico, mestre em administração pública pela Universidade de Harvard, onde se especializou em investimentos de infraestrutura, e doutor em engenharia pela Universidade de São Paulo (USP), onde se especializou em regulação do setor elétrico, de acordo com informações divulgadas pelo próprio Ministério da Economia. Ele também foi professor e coordenador do MBA do setor elétrico da FGV Management. O engenheiro já havia sido escolhido no dia 13 de agosto como o substituto de Mattar, mas a exoneração do ex-secretário só foi publicada no DOU no dia 17.

Em entrevista ao Pânico, da Jovem Pan, nesta segunda-feira (24), Salim Mattar afirmou que não saiu brigado do governo. “Fui para o governo e saí com o mesmo entusiasmo de quando cheguei. Saí porque verifiquei que a correlação do meu esforço versus o resultado obtido ia ficar negativo, já que eu tinha um pipeline de empresas para ser vendida em 2021 e em 2022 não será possível privatizar, então eu não conseguiria fazer mais. Achei que a minha agregação de valor já não era tanto. Tive muito apoio de Guedes e Jair Bolsonaro, minha saída não se deve a nenhum problema, foi natural”, explicou.

*Com Agência Brasil