Eike tinha prisão decretada desde 13 de janeiro e pode ser considerado foragido

  • Por Estadão Conteúdo
  • 26/01/2017 10h45
Brasília - A CPI que investiga supostas irregularidades na gestão do BNDES realiza audiência para ouvir o empresário Eike Batista, fundador do Grupo EBX (José Cruz/Agência Brasil)Eike Batista - ABR

A ordem de prisão contra o empresário Eike Batista já tinha sido decretada no dia 13 de janeiro pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Eike é um dos alvos da Operação Eficiência, que apura a ocultação de mais de US$ 100 milhões no exterior pelo ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), detido no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste da capital fluminense.

O advogado de Eike, Fernando Martins, acompanha as buscas da Polícia federal na casa do empresário, que começaram no início da manhã desta quinta-feira (26), no Rio. De acordo com ele, o ex-bilionário está em viagem ao exterior, mas vai se entregar à polícia. O advogado, no entanto, não precisou o paradeiro de Eike nem a data em que ele se apresentaria à justiça. 

Uma fonte ligada ao empresário disse que Eike deixou o País há dois dias. Como não foi encontrado no endereço informado à justiça, ele pode ser considerado foragido.