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Brasil

Embratur e governador do DF criticam lista de risco do governo dos EUA sobre o Brasil

Comunicado emitido pelo Departamento de Estado dos EUA citou risco de sequestros e golpes por meio de aplicativos de namoro

ia samy

Marcelo Freixo é presidente da Embratur
54555727422_073e95f603_k Marcio Menasce/Embratur

A Embratur manifestou sua insatisfação em relação à lista divulgada pelo governo dos Estados Unidos, que orienta turistas norte-americanos a evitarem certos locais no Brasil. Essa lista classifica os destinos brasileiros em diferentes níveis de risco, colocando o país na categoria 2, enquanto algumas áreas, como favelas e cidades-satélite de Brasília, foram classificadas como nível 4. A recomendação americana citou risco de sequestros e golpes por meio de aplicativos de namoro, inclusive com uso de drogas para sedar as vítimas. ““Agressões físicas, com uso de sedativos e drogas colocadas em bebidas, são comuns, especialmente no Rio de Janeiro“, diz o comunicado.

Marcelo Freixo, que preside a Embratur, criticou a recomendação, alegando que ela contribui para a disseminação de informações incorretas. Ele ressaltou que o Brasil está vivendo um momento positivo no setor de turismo, com 4,4 milhões de visitantes registrados nos primeiros quatro meses de 2025, o que representa um crescimento de 51% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A expectativa é que o país receba 8 milhões de turistas estrangeiros ao longo deste ano.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), também se posicionou contra a lista, afirmando que a classificação foi elaborada sem fundamentos adequados. Ele estendeu um convite ao governo dos EUA para que conheça as cidades mencionadas na lista, destacando que os Estados Unidos são a segunda maior fonte de turistas para o Brasil, com um aumento de 21,7% no fluxo de visitantes. Segundo o Departamento de Estado dos EUA, os turistas devem evitar as cidades-satélites Ceilândia, São Sebastião, Paranoá e Santa Maria.

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Freixo ainda enfatizou que o Brasil alcançou os menores índices de violência em mais de uma década, reforçando a imagem do país como um destino seguro e acolhedor. Ibaneis Rocha complementou essa afirmação ao mencionar a queda nos índices de homicídios na capital federal, sugerindo que o governo dos EUA deveria refletir sobre a situação de segurança em seu próprio território antes de criticar o Brasil.

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Publicado por Felipe Dantas

*Reportagem produzida com auxílio de IA