Estação Campo Belo, da Linha 5-Lilás, será aberta no dia 10 de abril

  • Por Jovem Pan
  • 27/03/2019 09h39
Fotos PúblicasA previsão inicial era de que o ramal seria entregue em 2016

Após série de atrasos, ao que tudo indica, finalmente a Estação Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo, será inaugurada. A partir de 10 de abril, a Linha 5-Lilás terá pela primeira vez todas as suas estações em funcionamento.

Segundo o secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, a estimativa é de que mais de 22 mil pessoas devam circular pela linha por dia.

A previsão inicial era de que o ramal seria entregue em 2016. Em julho do ano passado, a companhia informou que haveria novos atrasos no cronograma das estações que seriam inauguradas no primeiro semestre de 2018. Na época, informou que a Estação Campo Belo seria entregue em dezembro.

Localizada entre as Estações Brooklin (inaugurada em setembro de 2017) e Eucaliptos (aberta em março de 2018), a Campo Belo acabou sendo a última a ser concluída por impasses no processo de desapropriação. “As obras, no Brasil, enfrentam diversos problemas e, aqui, não é diferente. Temos processos licitatórios, de desapropriações, de licenciamentos. Temos de enfrentar todas as dificuldades brasileiras para que a gente possa reduzir e acabar com os atrasos e entregar as obras dentro de um cronograma”, afirmou Baldy, durante vistoria realizada nesta terça-feira, 26, no trecho em obras.

Por causa de problemas com a empresa fornecedora, as paradas da Linha 5 estão sendo entregues sem as portas automáticas nas plataformas. Segundo a companhia, a instalação será feita até o fim do próximo ano, mas as Estações Brooklin e Santa Cruz devem receber o dispositivo já neste mês.

A estação terá interligação com a Linha-17 Ouro (monotrilho), que teve contrato rescindido pelo governo do Estado na semana passada – por lentidão no andamento da obra. A linha deveria ter sido entregue na Copa de 2014. Também não há prazo para a retomada das obras da Linha 6-Laranja do Metrô, que deve ligar a região central à Brasilândia, na zona norte, e teve os contratos rescindidos em dezembro do ano passado.

*Com Estadão Conteúdo