Fachin ainda decidirá sobre depoimento de Rocha Loures, esclarece PF

  • Por Estadão Conteúdo
  • 07/06/2017 12h53
BOGT600.- BOGOTÁ (COLOMBIA), 11/04/2017.- Fotografía de archivo del 15 de marzo de 2017 del magistrado Edson Fachin, uno de los once miembros del Tribunal Supremo, quien dio luz verde así a los pedidos de la Fiscalía para abrir investigaciones contra autoridades con fuero privilegiado a partir de los testimonios de 77 exdirectivos del grupo Odebrecht. La Corte Suprema de Brasil autorizó investigar a 9 ministros del Gabinete del presidente Michel Temer y a 71 congresistas por su supuesta implicación en el escándalo de corrupción destapado en el seno de la petrolera estatal Petrobras, informó hoy, martes 11 de abril de 2017, el diario 'O Estado de Sao Paulo' en su versión digital. EFE/ARCHIVO/Joédson AlvesMinistro do STF Edson Fachin - EFE

A Polícia Federal informou na manhã desta quarta-feira (7), que a defesa do ex-assessor do presidente Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures, apresentou um pedido protocolado no Supremo Tribunal Federal no qual solicita acesso integral aos autos da operação Patmos 48 horas antes da oitiva do peemedebista. Segundo a PF, o ministro Edson Fachin ainda não decidiu a questão, mas encaminhou ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para urgente manifestação.

Dessa forma, afirma a PF, como o ministro não negou de pronto o pedido e o depoimento já estava marcado, não houve sua realização hoje. Não há previsão de nova data até o momento.

Flagrado correndo com uma mala recheada com R$ 500 mil entregues por executivos do Grupo J&F, Rocha Loures está preso na Superintendência da Polícia Federal de Brasília desde sábado (3)

Embora o depoimento tenha sido cancelado, a PF informou que a previsão de transferência para o complexo penitenciário da Papuda está mantida para hoje.