Júri popular de Flordelis é adiado para junho

Também participarão da sessão de julgamento, agendada inicialmente para 9 de maio, uma filha biológica, dois adotivos e uma neta da ex-deputada federal

  • Por Jovem Pan
  • 28/04/2022 16h39
WALLACE MARTINS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Deputada Flordelis fala em coletiva após ter mandato cassado Deputada Flordelis foi presa após ter o mandato cassado

O júri popular da ex-deputada federal Flordelis, acusada de ser a mentora da morte do assassinato do próprio marido, pastor Anderson do Carmo, foi adiado para 6 de junho, às 9 horas. A sessão estava marcada para a próxima semana, dia 9 de maio, mas a juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, alegou “não haver tempo hábil para a juntada de todos os laudos exigidos pelas defesas dos réus”. Além da ex-parlamentar, serão julgados sua filha biológica Simone dos Santos Rodrigues; a neta, Rayane dos Santos Oliveira; e os filhos adotivos André Luiz de Oliveira e Marzy Teixeira da Silva. A primeira fase do julgamento da morte do pastor terminou em 13 de abril deste ano. Três pessoas foram condenadas por associação criminosa armada e uso de documento ideologicamente falso: Adriano dos Santos Rodrigues (filho biológico de Flordelis), Marcos Siqueira Costa (ex-policial militar) e Andrea Santos Maia (mulher de Marcos Siqueira).

Inicialmente, Carlos Ubiraci Francisco da Silva, filho adotivo da ex-deputada, foi condenado por homicídio triplamente qualificado e da tentativa de homicídio duplamente qualificado, mas foi absolvido pelo júri, respondendo apenas por associação criminosa armada. Em 24 de novembro de 2021, Flávio dos Santos Rodrigues, filho biológico da ex-parlamentar, foi condenado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, porte ilegal de arma, uso de documento falso e associação criminosa. Flávio foi denunciado como autor dos disparos que provocaram a morte do pastor. Já o filho adotivo da ex-parlamentar, Lucas Cezar dos Santos de Souza, foi condenado na mesma sessão de julgamento por homicídio triplamente qualificado. Ele foi acusado de ter conseguido a arma usada no assassinato do pastor.

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