Padilha diz que é direito do trabalhador querer ou não o PDV federal

  • Por Estadão Conteúdo
  • 29/11/2017 14h41
Elza Fiúza/ Agência BrasilMinistro da Casa Civil, Eliseu Padilha, alega que a economia tem dado sinais de melhora, mesmo assim não descarta o PDV dos servidores federais para reequilibrar as contas do governo

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse nesta quarta-feira, 29, que a economia está reagindo e que “os indicadores do governo são excelentes”. Ao comentar sobre a baixa adesão ao Programa de Desligamento Voluntário (PDV) dos servidores federais, Padilha disse que “é um direito do trabalhador querer ou não o incentivo”.

O governo enviará, em janeiro, uma nova medida provisória para dar continuidade ao Programa de Desligamento Voluntário (PDV) dos servidores federais. A primeira MP, enviada em julho, não foi votada pelo Congresso Nacional e perdeu a validade na terça-feira, 28. Quem aderiu ao programa durante os quatro meses em que a medida esteve em vigor não perderá o direito.

De acordo com balanço do Ministério do Planejamento, 240 pessoas aderiram aos programas para reduzir pessoal previstos na MP, editada em julho: 76 servidores entraram no PDV; 153 servidores pediram redução de jornada e 11 servidores requisitaram licença incentivada.

Segundo o secretário-executivo da Casa Civil, Daniel Sigelmann, o governo está investindo em medidas de eficiência que vão ajudar a criar uma base para que no futuro se tenha número adequado de servidores. “Ao reestruturar esse conjunto de serviços, poderemos no futuro contar com número de servidores que de fato precisamos”, afirmou, durante café com jornalistas, no Palácio do Planalto.