Buscas pelo voo desaparecido da Malaysia Airlines são suspensas após três anos

  • Por Estadão Conteúdo
  • 17/01/2017 10h09
NED08. KIEV (UCRANIA), 13/10/2015.- El viceprimer ministro ucraniano, Guennadi Zubko (dcha), ofrece una rueda de prensa en Kiev, Ucrania, el 13 de octubre del 2015. El Consejo de Seguridad de Holanda, que analiza las causas del accidente del avión de Malaysia Airlines en el este de Ucrania en 2014 con 289 personas a bordo, concluyó hoy que el aparato fue derribado por un misil Buk de fabricación rusa. EFE/Roman PilipeyAvião Malaysia Airlines

Quase três anos após o voo 370 da Malaysia Airlines ter desaparecido, os três países que realizavam buscas ao sul do oceano Índico suspenderam a pesquisa, apesar dos apelos de famílias atingidos por um dos maiores mistérios da aviação dos tempos modernos.

“Hoje, o último navio de buscas deixou a área de pesquisa subaquática”, anunciaram os governos da Malásia, China e Austrália, em um comunicado conjunto.

“O voo MH370 da Malaysia Airlines não foi localizado nos 120 mil quilômetros quadrados de área pesquisada no sul do oceano Índico Assim, a busca subaquática do MH370 será suspensa”.

O voo 370 desapareceu do radar quando viajava de Kuala Lumpur, capital da Malásia, para Pequim, capital da China, no dia 8 de março de 2014, com 239 pessoas, incluindo 152 cidadãos chineses. Desde então, as buscas foram intensificadas em uma ampla área do oceano Índico, se tornando a pesquisa mais cara em toda história da aviação – totalizando US$ 150 milhões. A busca foi impedida por tempestades e fortes correntes oceânicas.