Coreia do Norte diz que investigação da Malásia é cheia de buraco e contradições

  • Por Estadão Conteúdo
  • 23/02/2017 13h10
Kim Jong Un - Reprodução

Depois de mais de uma semana de silêncio, a mídia controlada pela Coreia do Norte criticou nesta quinta-feira a morte de um de seus cidadãos em Kuala Lumpur, afirmando que a investigação está cheia de “buracos e contradições”.

A publicação oficial, no entanto, não reconheceu que a vítima era Kim Jong Nam, que era meio-irmão do líder de Pyongyang, Kim Jong-un.

No entanto, a publicação poderia ser um sinal da preocupação do país com a crescente especulação internacional de que Pyongyang enviou um esquadrão de sucesso para matar Kim Jong Nam.

Kim Jong Nam foi assassinado aparentemente por envenenamento enquanto esperava seu voo no aeroporto internacional de Kuala Lumpur, na Malásia, no dia 13 de fevereiro, o que desencadeou uma crise diplomática que se agrava a cada dia.

De acordo com a agência estatal KCNA, a Malásia inicialmente disse que o homem morreu depois de ter sofrido um ataque cardíaco no aeroporto. Mas a Coreia do Sul sugeriu que Pyongyang fosse culpado pelo assassinato, disse o relatório. Fonte: Associated Press.