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Macroeconomia

Rodrigo Pacheco e Fernando Haddad almoçam nesta quarta para discutir cronograma do pacote de cortes de gastos

Principal meta do encontro é mobilizar o Senado para que os projetos da medida sejam votados entre quinta e sexta-feira; na reunião também estarão presentes Alexandre Padilha, Randolfe Rodrigues e Jaques Wagner e Davi Alcolumbre

Redação

Pacheco e Haddad
RODRIGO PACHECO RECEBE FERNANDO HADDAD TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, se reunirá com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em um almoço programado para esta quarta-feira (18). O encontro tem como objetivo discutir o cronograma de tramitação do pacote de cortes de gastos que foi enviado pelo governo. Além de Pacheco e Haddad, estarão presentes o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e os líderes do governo, Randolfe Rodrigues e Jaques Wagner, assim como o senador Davi Alcolumbre.

De acordo com informações da repórter em Brasília, Aline Becketty, Haddad mostrou-se otimista em relação a tramitação da proposta ao afirmar que o governo está fazendo sua parte, e que a compreensão dos relatores estão positivas. “A escala da contenção de gastos será mantida próximo do desejo do executivo para que não haja desidratação. Precisamos garantir receita e despesa para garantir as metas que precisam ser cumpridas”, declarou o ministro da Fazenda.

Durante a reunião, a principal meta será mobilizar o Senado para que os projetos do pacote sejam votados na quinta (19) e sexta-feira (20). Um dos pontos mais complexos da proposta é a alteração no limite do salário mínimo, que é essencial para a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA). Pacheco não descarta a possibilidade de convocar uma sessão do Congresso para o sábado (21), caso a situação exija.

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Nesse sentido, o senador Angelo Coronel, que é o relator da LOA, destacou a necessidade de um prazo mínimo de dois dias para elaborar seu parecer sobre como a nova regra do salário mínimo afetará as despesas. A proposta do governo sugere um ajuste nas despesas relacionadas ao salário mínimo, limitando o aumento real a 2,5%. Isso resultaria em um aumento do valor atual de R$ 1.412,00 para R$ 1.517,00. Tal mudança no salário mínimo pode gerar uma economia significativa, estimada em mais de R$ 11 bilhões até o ano de 2026.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Victor Oliveira