Egito condena “o bárbaro e atroz” assassinato de voluntário britânico

  • Por Agencia EFE
  • 14/09/2014 09h17

Cairo, 14 set (EFE).- O governo do Egito condenou neste domingo, como um ato “bárbaro e atroz”, o assassinato do voluntário britânico David Haines, por parte do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

Em comunicado, o Ministério egípcio de Relações Exteriores expressou o forte repúdio a este crime, que considerou “totalmente incompatível com as doutrinas da religião islâmica”.

As autoridades fizeram insistência na necessidade “da comunidade internacional unir esforços na luta contra o terrorismo por ser um fenômeno mundial contra a estabilidade, a segurança e o desenvolvimento no mundo”.

O Egito deu junto a outros países árabes respaldo à coalizão que está sendo formada pelos Estados Unidos para lutar contra o EI, durante uma reunião na cidade saudita de Jidá na quinta-feira passada.

Haines, escocês de 44 anos e pai de dois filhos, trabalhou como voluntário desde 1999 em países em conflito como a Síria, onde foi sequestrado em março de 2013 quando colaborava com a Agência de Cooperação Técnica e Desenvolvimento (ACTED).

Haines é o terceiro refém ocidental cuja execução é exibida publicamente nas últimas quatro semanas pelo grupo extremista, que já divulgou as imagens da morte dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff.EFE