Emprego na indústria cai 0,9% em setembro ante agosto, revela CNI

  • Por Estadão Conteúdo
  • 01/11/2016 12h00
An employee of Ajinomoto Co works on a Hon-Dashi, or bonito base seasoning packaging line at the company's Kawasaki factory in Kawasaki, south of Tokyo, Japan, June 29, 2015. Japanese industrial output fell in May at the fastest pace in three months, adding to fears the economy may have contracted in the current quarter and putting the onus on consumers to drive a near-term rebound as exports remain in the doldrums. REUTERS/Yuya ShinoIndústria

O emprego na indústria caiu pelo 20º mês consecutivo em setembro, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O emprego caiu 0,9% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, e recuou 6,5% na comparação com setembro do ano passado, conforme dados da pesquisa de Indicadores Industriais da entidade. No acumulado de 2016, o emprego registra queda de 8,4%.

Por outro lado, houve melhora quanto ao faturamento das indústrias em setembro ante agosto, embora em porcentual contido Conforme os dados da CNI, o faturamento real da indústria em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, teve leve alta de 0,1%. Na comparação com setembro de 2015, porém, o faturamento recuou 15,5%. No acumulado de janeiro a setembro de 2016, o faturamento industrial registra queda de 12,4%. 

Já a utilização da capacidade instalada (UCI) ficou em 76,9% em setembro, ante 77,2% em agosto (dado revisado) e 77,8% em setembro de 2015, conforme os dados dessazonalizados.

As horas trabalhadas registraram avanço de 1,0% em setembro ante agosto, com ajuste, mas recuaram 6,0% na comparação com setembro do ano passado. No acumulado de 2016, houve queda de 8,5%.

A massa salarial real teve alta de 0,9% em setembro ante agosto, com ajuste, mas recuou 4,7% ante setembro de 2015. No acumulado de janeiro a setembro deste ano, foi registrado recuo de 9,1%.

O rendimento médio real teve alta de 1,7% em setembro na comparação com agosto, com ajuste, e avançou 2,0% na comparação com setembro de 2015. No acumulado de 2016, o rendimento médio real cai 0,8%.