Estilo de Francisco gera alegria e esperança, diz CNBB

  • Por Agencia EFE
  • 13/03/2014 21h24

Rio de Janeiro, 13 mar (EFE).- O estilo do papa Francisco e as reformas que empreendeu encheram de alegria e de esperança à Igreja, afirma a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nesta quinta-feira em mensagem de felicitação que enviou ao bispo de Roma por seu primeiro ano de pontificado.

“O estilo pastoral com o qual Vossa Santidade exerce o Ministério, a linguagem humana no encontro com as pessoas, a profundidade espiritual das homilias, quase diárias, na Capela de Santa Marta, as reformas na cúria são alguns elementos, dentre muitos, que têm suscitado muita alegria e esperança na Igreja e em outros ambientes”, diz o texto.

Para os membros da CNBB, órgão do país com maior número de católicos do mundo, apesar do pontificado de Francisco ter apenas um ano, um intenso caminho já foi percorrido. Os bispos destacam que a imprensa de todo o mundo fala do “efeito Francisco” ao se referir às mudanças geradas pelo primeiro papa de origem latino-americana.

“Com a Encíclica Lumen Fidei e, de maneira especial, a Exortação Apostólica Evangelli Gaudium, Vossa Santidade, propondo caminhos para o povo de Deus, deu uma grande contribuição a todas as Igrejas Particulares do mundo católico”, continua a mensagem.

Os líderes religiosos disseram sentir-se privilegiados pela viagem que o papa fez ao Brasil no ano passado para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que reuniu 3,5 milhões de pessoas no Rio de Janeiro, e para visitar Aparecida, em São Paulo.

“Respeitosamente o Conselho Permanente, em nome da Igreja no Brasil, cumprimenta Vossa Santidade e agradece sua solicitude paternal e proximidade. Conte com as orações de todos os fiéis e a comunhão afetiva e efetiva do episcopado brasileiro”, conclui a nota assinada pelo presidente da CNBB e arcebispo de Aparecida, o cardeal Raymundo Damasceno Assis; o vice-presidente e arcebispo de São Luís, Dom José Belisário da Silva; e o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner. EFE