Fusão de American e US Airways adota primeiras mudanças para passageiros

  • Por Agencia EFE
  • 07/01/2014 19h19

Austin (EUA), 7 jan (EFE).- A maior companhia aérea do mundo, a American Airlines Group, surgida a partir da fusão da American Airlines e da US Airways, iniciou nesta terça-feira as primeiras mudanças conjuntas nos programas para os passageiros frequentes, no design das aeronaves, assim como na incorporação de um novo modelo de avião.

A nova companhia, com sede em Fort Wort, no Texas, batizou em comunicado o dia de hoje como o “Dia 1 do cliente”, embora ambas as companhias sigam operando durante alguns meses com centrais e rotas separadas.

“Iniciamos o ano dando aos nossos clientes a primeira fase dos benefícios melhorados com a fusão, incluindo a capacidade de acumular e trocar milhas para viajar através de nossa fortalecida rede combinada”, anunciou no comunicado o presidente da companhia, Scott Kirby.

Também se homogeneízam alguns requisitos para o viajante: ficam igualados para ambas as companhias os tempos de check in online (entre um e dois dias, de acordo com o voo), em pessoa (máximo entre 30 minutos e uma hora antes da partida , segundo destino) e a idade dos menores sem acompanhantes (11 anos).

Do mesmo modo, os clientes que contratam serviços adicionais desfrutam desde hoje de uma maior variedade de voos, destinos e aeroportos onde usá-los, ou seja, o acesso preferencial, os serviços de wi-fi a bordo e as zonas exclusivas para esperar a saída do voo.

Além disso, coincidindo com a data, a American Airlines começou hoje a operar a linha Nova York-Los Angeles com um novo modelo de avião Airbus, o A321s.

A companhia comprou cinco aeronaves deste modelo e incorporará a primeira classe a uma das rotas mais disputadas do mundo, algo normalmente reservado aos voos transcontinentais, por isso que é esperado que outras companhias aéreas incorporem também entre Nova York e Los Angeles as três classes (primeira, executiva e econômica).

A American Airlines Group, com mais de 100 mil funcionários e 6.700 voos diários, prevê a plena integração de operações em dois anos. EFE