‘EUA continuarão trabalhando com o Brasil contra tráfico de drogas’, diz porta-voz de Trump

Em entrevista à Jovem Pan durante cúpula ‘Escudo das Américas’, Amanda Roberson destacou que o narcoterrorismo e o tráfico de drogas representam atualmente o principal desafio de segurança na região

  • Por Jovem Pan
  • 07/03/2026 14h17 - Atualizado em 07/03/2026 14h41
  • BlueSky
Jovem Pan Durante a cúpula “Escudo das Américas”, realizada na Flórida, a porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Amanda Roberson, afirmou que o narcoterrorismo e o tráfico de drogas são hoje o maior problema enfrentado na região. A porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Amanda Roberson, e o correspondente internacional, Eliseu Caetano.

A porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Amanda Roberson, afirmou que Washington pretende ampliar a cooperação com países da América Latina no combate ao narcotráfico e ao crime organizado. Em entrevista à Jovem Pan durante a cúpula Escudo das Américas, realizada na Flórida neste sábado (7), ela destacou que o narcoterrorismo e o tráfico de drogas representam atualmente o principal desafio de segurança na região.

“Vamos continuar trabalhando com o Brasil contra o tráfico de drogas”, afirmou Roberson, ao comentar a estratégia do governo americano para enfrentar cartéis e organizações criminosas que atuam no continente.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe governantes da América Latina e do Caribe para a cúpula Escudo das Américas. O encontro discute estratégias de combate ao crime organizado, à imigração ilegal e à interferência estrangeira no continente, e inclui uma proclamação do governo americano com diretrizes para enfrentar cartéis e organizações criminosas na região.

Principais pontos da proclamação:

  1. Desmantelar cartéis e organizações terroristas que atuam no Hemisfério Ocidental, dentro dos limites da legislação aplicável.

  2. Coordenar ações entre os EUA e aliados para retirar dessas organizações o controle de territórios e o acesso a financiamento e recursos.

  3. Treinar e mobilizar forças armadas de países parceiros para formar uma força mais eficaz no combate aos cartéis e à violência associada a essas redes.

  4. Conter ameaças externas, evitando a influência de potências estrangeiras consideradas hostis fora do Hemisfério Ocidental.

 Assista a entrevista exclusiva 

  • BlueSky

Comentários

Conteúdo para assinantes. Assine JP Premium.