No Peru, Forças Armadas e Polícia Nacional expressam apoio a Vizcarra

Nesta segunda-feira (30), o presidente informou que dissolveu o Congresso e convocou novas eleições legislativas para janeiro de 2020

  • Por Jovem Pan
  • 01/10/2019 14h51
EFE/Ernesto AriasMartín Vizcarra, presidente do Peru, dissolveu o Congresso e convocou novas eleições legislativas para janeiro de 2020 nesta segunda-feira (30)

O chefe do Comando Conjunto das Forças Armadas e os comandantes gerais do Exército, Marinha, Força Aérea e Polícia Nacional do Peru expressaram apoio, nesta terça-feira (1°), ao presidente Martín Vizcarra como chefe supremo das Forças Armadas (FFAA) e da Polícia Nacional das Forças Armadas (PNP).

O chefe do comando conjunto das Forças Armadas, César Astudillo, os comandantes gerais do Exército, Jorge Celis; da Marinha, Fernando Cerdán, e da Força Aérea, Rodolfo García, e o chefe da Polícia Nacional, José Luis Lavalle, chegaram ao Palácio do Governo para oferecer apoio ao presidente.

Na Casa do Governo, eles reafirmaram “apoio e reconhecimento” a Martín Vizcarra como presidente constitucional.

Nesta segunda (30), o presidente informou que dissolveu o Congresso e convocou novas eleições legislativas para janeiro de 2020. Segundo ele, o ato tem como objetivo “encerrar uma crise política no país”.

A decisão veio depois que o Parlamento negou a confiança de dois conselhos de ministros do governo eleitos para o período 2016-2021.

O Comando Conjunto das Forças Armadas, o Exército, a Marinha e a Força Aérea do Peru, bem como a Polícia Nacional do Peru, emitiram pronunciamentos destinados à opinião pública para registrar o reconhecimento de Martín Vizcarra como presidente constitucional da República e chefe supremo das Forças Armadas e da Polícia Nacional do Peru.

No caso das Forças Armadas, indicaram que sua principal missão é garantir a independência, soberania e integridade territorial da República.

Enquanto isso, a Polícia Nacional do Peru afirmou que, de acordo com o Artigo 166 da Constituição Política, mantém e restaura a ordem interna e garante o cumprimento das leis e a segurança do patrimônio público e privado em todo o território nacional e está subordinado ao poder constitucional.

*Com informações da Agência Brasil