Governo argentino denuncia envolvidos em protesto de aposentados por sedição e associação Ilícita
Nesta sexta-feira (14), o governo argentino, por meio do Ministério da Justiça, apresentou uma denúncia formal contra indivíduos envolvidos na organização de um protesto que culminou em confrontos violentos. As acusações incluem sedição, atentado à ordem constitucional e à vida democrática e associação ilícita, com menções a torcidas organizadas de futebol, prefeitos das cidades de La Matanza e Lomas de Zamora, além de Leandro Capriotti, um militante peronista. Segundo o governo, essas figuras incitaram a violência sob a justificativa de apoiar um ato em defesa dos aposentados.
De acordo com o Código Penal da Argentina, as penas para o crime de sedição variam de um a três anos, enquanto a associação ilícita pode resultar em detenção de um mês a cinco anos. O prefeito de La Matanza, Fernando Espinoza alegou que o governo busca encobrir a repressão aos manifestantes. Além disso, o governo de Javier Milei criticou a juíza que decidiu pela liberação dos detidos, acusando-a de descumprir seus deveres funcionais.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Durante a manifestação, um ativista brasileiro foi preso e alegou que sua detenção foi arbitrária. Moradores da região relataram que a polícia abordou pessoas que não representavam qualquer ameaça, levantando questões sobre a atuação das forças de segurança. O presidente Javier Milei expressou apoio à ministra Patricia Bullrich e fez críticas aos manifestantes que se envolveram em atos de violência.
[jp-related-posts ids=””]
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Nátaly Tenório
Assuntos
continue lendo
Mundo
Argentina identifica restos mortais de desaparecidos da ditadura
Estima-se que entre 2.200 e 2.500 pessoas tenham sido torturadas e assassinadas durante a ditadura civil-militar (1976-1983), que deixou cerca de 30 mil desaparecidos
- Mais de 100 mil protestam em Paris contra aumento do custo de vida Estadão Conteúdo · há 1 dia
- Milei chama Lula de ‘ladrão e mentiroso’ após críticas à Argentina Estadão Conteúdo · há 1 dia
- Incêndio atinge antiga casa de montanha de Hitler na Alemanha AFP · há 1 dia
- França tem nova onda de protestos sob forte esquema de segurança AFP · há 1 dia