Filha de três anos invade live e interrompe pronunciamento da primeira-ministra da Nova Zelândia à nação; veja o vídeo

Jacinda Ardern já havia colocado Neve, de três anos, para dormir, mas menina foi chamá-la

  • Por Jovem Pan
  • 10/11/2021 18h02 - Atualizado em 10/11/2021 18h38
EFE/EPA/JULIAN SMITH Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia Jacinda Ardern levou a filha Neve, então com dois anos, para a Conferência Geral das Organizações das Nações Unidas

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, teve uma transmissão ao vivo no Facebook interrompida por um momento fofo: Neve, a filha de três anos de Jacinda, foi chamá-la após sair da cama. “Mamãe?”, Neve pergunta. “Você deveria estar na cama, querida”, responde Jacinda. “Está na hora de dormir, querida. Vai para a cama, eu vou te ver em um segundo”, acrescentou, pedindo desculpas aos espectadores. “Bom, a hora de dormir não funcionou. Achei que seria uma boa hora para fazer uma live no Facebook, que seria bom e seguro”, disse a primeira-ministra neozelandesa, brincando. “Os filhos de mais alguém levantam três, quatro vezes, depois da hora de dormir? Felizmente, minha mãe está aqui para ajudar”, celebrou. Quando foi interrompida, Ardern fazia um pronunciamento à nação sobre alterações nas medidas restritivas contra a Covid-19.

“Bem, onde estávamos?”, diz Jacinda, antes de ser novamente interrompida pela filha. “Por que está demorando tanto?”, Neve perguntou. “Desculpa, meu amor, está demorando. Bem, desculpa, pessoal. Vou colocar Neve na cama, porque é tarde para ela. Obrigada por me acompanharem”, falou a primeira-ministra, encerrando a transmissão. A menina nasceu em 2018, quando Jacinda já ocupava o cargo, e já chamou a atenção em 2020, quando a mãe a levou para a conferência geral das Organização das Nações Unidas, em Nova York – na ocasião, Neve até ganhou um crachá da organização do evento. Na live, Jacinda comentava sobre as precauções para evitar o espalhamento da Covid-19 na maior cidade do país, Auckland, onde shopping, bibliotecas, museus e zoológicos foram autorizados a reabrir após três meses.