Resgate encontra últimos corpos após erupção de vulcão na Indonésia

As vítimas faziam parte de um grupo de 20 pessoas acompanhadas por um guia; os outros 17 alpinistas, entre eles sete singapurenses, foram evacuados sãos e salvos

  • Por AFP
  • 10/05/2026 09h25
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HANDOUT / NATIONAL SEARCH AND RESCUE AGENCY (BASARNAS) / AFP Uma foto divulgada em 8 de maio de 2026 pela Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (BASARNAS) mostra equipes de resgate de prontidão após a erupção do vulcão Monte Dukono, em Halmahera do Norte, Maluku do Norte. Três excursionistas morreram em uma erupção do vulcão Monte Dukono, na Indonésia, em 8 de maio, quando se encontraram em uma zona de risco, disseram as autoridades. O monte Dukono, situado na ilha de Halmahera, nas Molucas, entrou em erupção na sexta-feira, causando a morte de dois cidadãos de Singapura e de uma indonésia.

As equipes de resgate da Indonésia recuperaram neste domingo (10) os dois últimos corpos dos três excursionistas que morreram durante a erupção do vulcão Dukono, no leste da Indonésia, informaram as autoridades.

O monte Dukono, situado na ilha de Halmahera, nas Molucas, entrou em erupção na sexta-feira, causando a morte de dois cidadãos de Singapura e de uma indonésia.

As vítimas faziam parte de um grupo de 20 pessoas acompanhadas por um guia. Os outros 17 alpinistas, entre eles sete singapurenses, foram evacuados sãos e salvos.

As equipes de resgate encontraram no domingo os corpos dos dois excursionistas singapurenses, perto do local onde recuperaram no sábado os restos de outra excursionista, declarou o porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres, Abdul Muhari, em um comunicado, acrescentando que as operações de busca estavam oficialmente encerradas.

A evacuação dos corpos foi complicada porque eles estavam “sepultados sob materiais vulcânicos de espessura considerável”, explicou.

No sábado, os socorristas indicaram que os corpos dos dois singapurenses estavam entre 20 e 30 metros da borda da cratera.

O Dukono, um dos vulcões mais ativos da Indonésia, encontra-se no nível dois do sistema de alerta de quatro níveis do país desde 2008.

As autoridades impuseram uma zona de exclusão de quatro quilômetros ao redor da cratera desde dezembro de 2024, segundo Lana Saria, chefe da Agência Geológica do governo.

A polícia informou na sexta-feira que os excursionistas haviam ignorado os avisos publicados nas redes sociais e as placas de advertência colocadas na entrada da trilha para se manterem afastados.

 

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