Sobe para 30 número de mortos por Dorian nas Bahamas; furacão cai para categoria 1

  • Por Jovem Pan
  • 06/09/2019 11h28
EFESatélites registraram a ilha de Green Turtle Cay em 29 de janeiro deste ano e em 5 de setembro, após a passagem do Dorian

O número de mortos pela passagem do furacão Dorian pelas Bahamas subiu para 30 e deve, de acordo com o primeiro ministro do país, Hubert Minnis, continuar subindo nos próximos dias. Em entrevista à CNN, ele disse que “certamente” os óbitos aumentarão.

“Se não tivesse sido pela rápida chegada de ajuda dos Estados Unidos, o número de mortos seria ainda maior e não teríamos avançado tanto na distribuição de ajuda”, ressaltou o premiê.

Minnis aproveitou a entrevista para anunciar que haverá voos gratuitos que pessoas de regiões afetadas pelo furacão sejam levadas a Nassau, capital do país. Antes, porém, o governo precisa restabelecer alguns dos aeroportos destruídos pela passagem do Dorian, o que deve ocorrer em cinco dias.

Ao atualizar o número de vidas, ele afirmou que apenas alguns funcionários especializados podem declarar como mortos os corpos localizados pelas equipes de resgate. Segundo ele, se os procedimentos não forem seguidos à risca, pode haver consequências legais para o país.

O ministro também admitiu que começam a faltar câmaras móveis refrigeradas para guardar os corpos encontrados em locais mais remotos. Por isso, os especialistas serão levados às ilhas Ábaco e Grande Bahama, as mais afetadas, para fazer a análise necessária na região.

Furacão perde força

Depois de atingir as Bahamas, o Dorian seguiu em direção à costa dos EUA na terça-feira (3). O furacão chegou com ventos violentos, tornados e chuva forte aos estados da Flórida e da Carolina do Sul.

A tempestade segue agora para a Carolina do norte com menos intensidade, estando classificada na categoria 1. No entanto, os meteorologistas alertam que a ameaça à costa dos EUA não baixou. O Centro Nacional de Furacões diz que o movimento do furacão deve continuar, com um aumento de velocidade até amanhã.

*Com informações das Agências EFE e Brasil