Terremoto mata três e fere mais de 180 pessoas na Indonésia

  • Por Jovem Pan
  • 18/03/2019 09h32
Agência EFETerremoto de 5,5 graus na escala Richter atingiu a ilha turística de Lombok, na Indonésia, neste domingo (17)

Ao menos três morreram e 182 ficaram feridas depois que um terremoto atingiu a ilha turística de Lombok, na Indonésia, neste domingo (17). Os mortos são dois turistas malaios e um adolescente indonésio que foram arrastados por um deslizamento de terra no segundo vulcão mais alto do país, o Monte Rinjani.

O terremoto fez também com que 32 prédios caíssem e outros 500 tivessem danos moderados. Cerca de 80 pessoas, 22 delas malaias, tiveram de ser retiradas dos arredores do Rinjani.

De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o hipocentro do terremoto, de 5,5 graus na escala Richter, foi a 23,6 quilômetros de profundidade e a cerca de 4 quilômetros a sudoeste da cidade de Sembalun Bumbung, no nordeste da ilha.

Entre 29 de julho e 19 de agosto de 2018, uma série de tremores em Lombok, perto da ilha de Bali, deixaram 564 mortos e mais de 400 mil deslocados. A maior parte dos tremores ocorreu após um devastador terremoto de 6,9 graus.

Depois do primeiro terremoto no ano passado, mais de 500 montanhistas ficaram presos no vulcão Rinjani, que é uma das principais atrações turísticas de Lombok e o segundo mais alto da Indonésia.

Papua

As enchentes e os deslizamentos de terra na província de Papua, no leste do país, mataram pelo menos 58 pessoas e feriram 70, segundo autoridades locais. Segundo o porta-voz da Agência Nacional de Mitigação de Desastres, Sutopo Nugro, a água encobriu mais de 150 casas na área de Sentani, perto de Jayapura.

Inundações são comuns nas estações chuvosas da Indonésia, que vai de outubro a abril. Em janeiro, enchentes e deslizamentos de terra mataram pelo menos 70 pessoas na ilha de Sulawesi.

A inundação severa, provocada por chuvas na província de Java Ocidental no início deste mês, também levou centenas de pessoas a fugirem de suas casas.

*Com informações das agências Brasil e EFE