‘Ucrânia está pronta para negociar um cessar-fogo’, diz porta-voz de Zelensky
A Ucrânia está disposta a iniciar negociações para um cessar-fogo com a Rússia nos próximos dias, segundo o secretário de imprensa da presidência ucraniana, Sergii Nykyforov. Em post nas redes sociais, Nykyforov afirmou que não é verdade que o governo chefiado pelo presidente Volodymyr Zelensky se recusava a negociar, e que concorda com a proposta russa de iniciar as discussões – no entanto, ainda é necessário definir em qual local elas ocorrerão. “Durante essas horas, as partes se consultam sobre o local e a hora do processo de negociação. Quanto mais cedo as negociações começarem, maiores serão as chances de retomar a vida normal”, relatou o secretário ucraniano. Um porta-voz do governo de Vladimir Putin afirmou que Moscou deseja que as conversas ocorram em Minsk, capital de Belarus, enquanto os ucranianos sugeriram que as negociações sejam em Varsóvia, na Polônia, país-membro da Otan, de acordo com a agência de notícias russa Tass. O processo de negociação deve envolver a questão da adesão da Ucrânia à aliança militar Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), o que a Rússia tenta a todo custo impedir por ver como uma ameaça ao seu território. Enquanto isso, tropas russas seguem avançando em território ucraniano e ameaçam Kiev. Zelensky desmentiu ter deixado a capital em vídeo nesta terça, 25.

Montagem sobre áreas atacadas na Ucrânia – segundo dia
continue lendo
Mundo
Trump negocia reunião com Xi e Putin para discutir fim de guerra na Ucrânia
Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, informou que encontro está sendo discutido para acontecer em novembro
- Governo descarta risco de a violência “sem sentido” na França se espalhar para a Espanha Estadão Conteúdo · há 26 minutos
- México vai denunciar os EUA por morte de um mexicano sob custódia do ICE Estadão Conteúdo · há 1 hora
- Suprema Corte dos EUA rejeita recurso de suposto mentor do 11 de Setembro AFP · há 4 horas
- França impõe toques de recolher para conter depredações após protestos Estadão Conteúdo · há 5 horas