União Europeia vai reabrir fronteiras para visitantes vacinados contra Covid-19

Turistas vindos de países com uma boa situação epidemiológica também serão aceitos pelo bloco; por enquanto, as vacinas permitidas são a de Oxford, Moderna, Pfizer, Janssen e Sinopharm

  • Por Jovem Pan
  • 19/05/2021 10h37 - Atualizado em 19/05/2021 15h49
ANDRE LUCAS/ESTADÃO CONTEÚDO - 14/01/21A expectativa é que as regras entrem em vigor já na próxima semana visando a temporada turística de verão na Europa

Os países que compõem a União Europeia aceitaram nesta quarta-feira, 19, reabrir suas fronteiras para visitantes que forem totalmente imunizados com uma vacina contra a Covid-19 aprovada pelo bloco ou para aqueles que vêm de uma lista de países considerados seguros na perspectiva da pandemia do coronavírus.  Por enquanto, os imunizantes que receberam o sinal verde da União Europeia são o da PfizerBioNTechAstraZenecaUniversidade de OxfordJohnson & Johnson e Moderna. Também entra na lista a vacina da Sinopharm, que teve seu uso emergencial aprovado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A expectativa é que as regras entrem em vigor já na próxima semana visando a temporada turística de verão na Europa. Segundo o The New York Times, a lista de países seguros será feita com base em critérios epidemiológicos e deve ser finalizada na sexta-feira, 21.

Os Estados-Membros terão liberdade para definir suas próprias políticas, como exigir quarentena ou não de certos viajantes. De acordo com a Reuters, o principal critério atual é que não deve haver mais de 25 novos casos da doença por 100 mil habitantes nos 14 dias anteriores à viagem. A Comissão Europeia propôs aumentar a taxa de casos para 100, mas os embaixadores do bloco optaram por um meio termo, 75 novos casos por 100 mil habitantes. Além disso, a tendência no número de pessoas contaminadas deve ser estável ou decrescente e deve haver uma porcentagem mínima de testes negativos. Ainda haverá uma espécie de “freio de emergência”, uma ferramenta legal que permitirá que o bloco volte a restringir a entrada de turistas caso uma nova variante mais transmissível e letal surja.