Carlos Jordy nega irregularidades e classifica operação da PF como ‘perseguição’
O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) utilizou as redes sociais, nesta sexta-feira (19), para negar o cometimento de irregularidades e classificar como “perseguição” a operação Galho Fraco, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta manhã (veja a publicação do deputado mais abaixo).
Jordy e o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, foram alvos de mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O inquérito apura supostos desvios de recursos de cotas parlamentares por meio de empresas de fachada.
Em sua defesa, o parlamentar abordou a suspeita levantada pelos investigadores sobre a locadora de veículos contratada. Segundo Jordy, a acusação de que a companhia seria de fachada baseia-se no fato de a empresa possuir uma frota de apenas cinco veículos, enquanto outras do setor teriam mais de 20. O deputado contestou o argumento e afirmou que utiliza os serviços da prestadora há anos, desde o início dos mandatos.
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Jordy também criticou a data escolhida para o cumprimento dos mandados. “Hoje, novamente aniversário da minha filha, estão fazendo novamente essa perseguição covarde alegando que eu teria desviado recursos de cota parlamentar usando uma empresa de aluguel de veículos de fachada”, declarou.
Veja a publicação do deputado Carlos Jordy:
Hoje, no aniversário da minha filha, a PF fez busca e apreensão novamente na minha casa por determinação de Flávio Dino. Perseguição implacável! pic.twitter.com/47uqdEsqPu
— Carlos Jordy (@carlosjordy) December 19, 2025
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