PT e PL definem os indicados da CPMI do 8 de Janeiro; petista Lindbergh fica de fora, e Eduardo Bolsonaro vira suplente
O Partido do Trabalhadores (PT) indicou os nomes de parlamentares que terá como representantes na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar os atos de 8 de Janeiro, revelando que deixou de fora o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), até então dado como certo no grupo da base aliada. Como titulares, foram escolhidos pelo partido os deputados Rubens Pereira Jr. (PT-MA), Rogério Correia (PT-MG) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Já a suplência ficará a cargo de Arlindo Chinaglia (PT-SP), Carlos Veras (PT-PE) e Delegada Adriana Accorsi (PT-GO). As recentes críticas que Lindbergh fez ao projeto do governo do novo arcabouço fiscal foi razão para ser barrado da CPI. A lista já foi enviada à Secretaria da Mesa do Congresso Nacional, assim como a da oposição, que, da mesma forma que o governo, preferiu não escalar para uma vaga permanente no colegiado um de seus integrantes mais expressivos: o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ele chegou a ser indicado como titular pelo PL, mas acabou tendo que passar a cadeira para o deputado federal Filipe Barros (PL-PR) por decisão do partido.
Na lista do PL, os titulares indicados são os deputados Delegado Ramagem (PL-RJ), André Fernandes (PL-CE) e Filipe Barros (PL-PR). Como suplentes, além de Eduardo, estão Marco Feliciano (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG). A CPI Mista do 8 de Janeiro será composta por 32 parlamentares titulares e 32 suplentes, em número igual na Câmara e no Senado. O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, já avisou que só poderá autorizar o funcionamento da comissão quando tiver no mínimo 17 nomes titulares indicados, a fim de seguir as regras regimentais.
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