JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Pânico | 12h00 - 14h00
Política

Senado aprova texto-base de PL que proíbe ‘saidinhas’ temporárias para detentos

Proposta foi aprovada por 62 votos favoráveis a 2 votos contrários e uma abstenção; matéria tramita no Congresso Nacional desde 2013

Adrielle Farias

O Senado Federal aprovou por 62 votos favoráveis a 2 votos contrários, e uma abstenção, o texto-base do projeto de lei que visa extinguir as “saidinhas” temporárias de presos em feriados e datas comemorativas nesta terça-feira, 20. Atualmente, o benefício é concedido aos prisioneiros que estão em regime semiaberto e que apresentam bom comportamento. O projeto de lei é de relatoria do senador Flávio Bolsonaro (PL). Os parlamentares votam ainda os destaques da matéria. Após a conclusão da votação, o texto seguirá para a Câmara dos Deputados. No projeto aprovado, é permitida a saída de estudo e trabalho para presos do semiaberto. Com a tramitação na Câmara, o texto segue para veto ou sanção do presidente Lula.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

A matéria tramita no Congresso Nacional desde 2013, contudo, após a morte de um policial militar em janeiro deste ano por um preso beneficiado pela “saidinha”, a volta para discutir a pauta ganhou força entre os parlamentares. O documento aprovado prevê também a realização de exame criminológico e uso de tornozeleira eletrônica obrigatória para presos dos regimes aberto e semiaberto. Além disso, a proibição das “saidinhas” se estende para detentos que praticaram crimes com violência ou grave ameaça, e não apenas crimes hediondos, como é na legislação atual. A Câmara dos Deputados havia aprovado o texto inicial em 2022. Contudo, o projeto teve alterações e precisou retornar ao Senado Federal. Após a proposta ter sido aprovada pela Comissão de Segurança Pública (CSP) da Casa, foi solicitado a tramitação em urgência para que o PL fosse encaminhado diretamente ao plenário e precisasse passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

[jp-related-posts ids=”1547297,1547298″]