Presidente chinês ordena todos os esforços para responder sumiço de avião

  • Por Agencia EFE
  • 08/03/2014 06h03

Pequim, 8 mar (EFE).- O presidente da China, Xi Jinping, ordenou neste sábado que se iniciem “todos os esforços necessários” nas medidas de emergência relacionadas com o avião da Malaysia Airlines, que desapareceu quando fazia a rota Kuala Lumpur-Pequim.

Segundo a agência oficial chinesa “Xinhua”, Xi pediu ao Ministério das Relações Exteriores e às embaixadas e consulados de seu país no exterior que intensifiquem os contatos com os departamentos pertinentes dos países afetados e se mantenham alertas sobre os trabalhos de busca e resgate do avião.

Todos os esforços devem ser concentrados nas operações de emergência, afirmou o presidente da China.

O Ministério do Transporte e a Administração de Aviação Civil da China devem tomar medidas de urgência de caráter imediato e fortalecer os controles para garantir a “segurança absoluta” das operações de aviação civil no país, de acordo com as instruções de Xi citadas pela “Xinhua”.

O ministro do Transporte chinês, Yang Chuantang, por sua parte, anunciou o lançamento do mecanismo de resposta de máximo nível.

Oito navios da Administração de Segurança Marítima de Hainan e do Departamento de Resgate de Nanhai, no sul da China, se encontram em estado de alerta e à espera de ordens, informou o ministro.

Além disso, uma pequena frota aérea está preparada para decolar rumo às áreas de busca a qualquer momento.

A China expressou sua “grave preocupação” pelo desaparecimento do voo MH3700, um Boeing 777-200 da companhia Malaysia Airlines que cobria a rota entre Kuala Lumpur e Pequim com 239 pessoas a bordo, a maioria delas de nacionalidade chinesa.

Em entrevista coletiva, o ministro afirmou que “as notícias são muito preocupantes. Esperamos que todo mundo a bordo esteja são e salvo”.

O avião saiu de Kuala Lumpur às 00h41 locais (13h41 de Brasília da sexta-feira) e tinha previsão de chegada em Pequim cerca de seis horas mais tarde, segundo o comunicado da empresa. EFE