Rei jordaniano reestrutura governo e inclui cinco mulheres em altos cargos

  • Por Agencia EFE
  • 02/03/2015 13h31

Amã, 2 mar (EFE).- O rei jordaniano, Abdullah II decidiu nesta segunda-feira a remodelação de seu governo, que a partir de agora, com a incorporação de duas novas ministras, incluirá cinco mulheres pela primeira vez na história do país.

Entre as novas caras destaca-se Maha al Ali, que foi nomeada novo responsável da pasta de Comércio e Indústria, em substituição de Hatem Halawani.

Outra nova incorporação ao Executivo é a de Mayed Shuwaikeh, que foi escolhida por Abdullah II para estar à frente do Ministério de Informação e Tecnologias da Comunicação, substituindo Azam Slait.

Com relação ao resto das mudanças, Labib Abu substituirá Amin Mahmoud como responsável do Ministério da Educação Superior e Pesquisa Científica.

Além disso, Nayef al Fayez foi nomeado novo ministro de Turismo e Antiguidades, após a separação da pasta turística do Ministério do Trabalho.

Nidal Qatamin, que dirigia o departamento encarregado de ambas as pastas, cuidará a partir de agora exclusivamente da de Trabalho.

Além disso, o soberano jordaniano nomeou Imad Fajuri como novo titular de Planejamento e Cooperação Internacional em substituição de Ibrahim Saif, que passará agora a dirigir o Ministério de Energia e Recursos Minerais em substituição de Mohammed Hamed, que abandonou o governo.

O decreto real também outorgou novas funções aos ministros de Relações Exteriores, Naser Yudeh, e de Educação, Mohammed Zuneibat, que serão agora vice-primeiro-ministros, além de continuar na liderança de suas respectivas pastas.

A nomeação de outras duas mulheres à frente de dois ministérios aumenta a representação feminina do governo jordaniano, que pela primeira vez em sua história contará com cinco ministras.

As outras mulheres à frente de departamentos governamentais são as titulares de Assuntos Sociais, Rim Abu Hassan, de Cultura, Lana Mamkig, e Transporte, Lina Shabib.

O anterior governo da Jordânia foi formado pelo primeiro-ministro, Abdullah Ensur, no final de março de 2013. EFE