Romance entre Hollande e atriz teria começado em 2011, segundo “Closer”

  • Por Agencia EFE
  • 17/01/2014 08h06

Paris, 17 jan (EFE).- O suposto romance entre François Hollande e Julie Gayet começou em 2011, quando o atual presidente francês era o candidato socialista, afirmou nesta sexta-feira a revista “Closer”, que publicou a uma semana fotos que revelariam a relação.

A revista afirmou que Hollande e Julie se conheceram em 2011 e que desde então passaram a se ver em diversos locais. Depois das eleições, em maio de 2012, os dois começaram a se encontrar próximo aos escritórios da sociedade de produção da artista, em Faubourg Saint Honoré, em Paris.

O casal teria deixado de se encontrar no local depois que a porteira tentou fotografar os dois. Em seguida, Hollande e Julie, segundo a “Closer”, passaram a se ver na casa da atriz, também em Paris.

Em junho de 2013, encontraram um apartamento na Rue du Cirque, no mesmo distrito em que está situado o Palácio do Eliseu. Neste local foram realizadas as fotos da revista “Closer” publicadas na semana passada.

A revista sustentou que Hollande desistiu no verão passado de se hospedar em um fim de semana na Grécia, onde estava sua mulher, Valéria Trierweiler, para ir para a cidade de Tulle, onde se encontrou com Julie Gayet.

A atriz e o presidente, que chegou a ser apresentado a avó de Julie e parte de sua família, de acordo com a “Closer”, passaram juntos as noites dos dois últimos dias de 2013 e dos dois primeiros de 2014 no apartamento da Rue du Cirque. As fotos publicadas na revista seriam desta época.

A “Closer” reconheceu ter recebido ontem um processo no qual a atriz pede 54 mil euros por invasão de privacidade.

Julie exige 50 mil por danos morais, quatro mil euros para pagar os gastos do processo e a publicação de um direito de resposta na capa da revista.

Na semana passada, quando a “Closer” publicou as fotos, Valérie pediu explicações a Hollande, que reconheceu o romance, segundo a revista.

Poucas horas depois, a primeira-dama da França foi internada no hospital Pitié Salpetrière, em Paris, onde permanece até agora.

O presidente, embora tenha condenado a publicação, disse que não processaria a revista.

A “Closer” justificou hoje a publicação da matéria alegando que sua intenção foi abrir um debate sobre o direito ao segredo da vida privada do presidente da República.

A revista argumentou que o rumor sobre o romance circulava há vários meses em vários meios de comunicação e tinhas sido, inclusive, alimentado pela própria atriz, que ameaçou em março de 2013 processar quem divulgasse algo a respeito. EFE