Europa enfrenta onda de calor com temperaturas recordes e riscos de incêndios

Na Espanha, os termômetros bateram recorde e chegaram a 46 graus

  • Por da Redação
  • 01/07/2025 16h48
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Foto de Ludovic MARIN / AFP Uma turista usa um chapéu para se proteger do sol durante uma onda de calor na praça Trocadero, perto da Torre Eiffel, em Paris, em 30 de junho de 2025. As autoridades francesas colocaram Paris em alerta vermelho devido ao calor extremo, e Espanha e Portugal registraram temperaturas recordes enquanto uma onda de calor assolava o sul da Europa e a Grã-Bretanha em 30 de junho de 2025, disparando alertas de saúde e alimentando incêndios florestais. (Foto de Ludovic MARIN / AFP) Na França, mais de 200 escolas tiveram as aulas suspensas por causa do calor intenso

A Europa enfrenta sua primeira onda de calor do ano, com temperaturas superando os 40°C em diversas regiões do sul do continente. O recorde foi registrado na Espanha, onde os termômetros marcaram impressionantes 46°C. Países como Portugal, França, Itália e Grécia emitiram alertas relacionados à saúde pública e ao risco de incêndios florestais, enquanto a Alemanha se prepara para possíveis novos recordes, com a marca de 41,2°C estabelecida em 2019. O calor intenso tem um impacto significativo na saúde de grupos vulneráveis, como idosos e crianças. Em resposta, algumas cidades italianas estão recomendando que a população evite sair de casa durante as horas mais quentes do dia. Na França, o primeiro incêndio florestal da temporada já devastou 400 hectares, evidenciando os riscos associados a essas altas temperaturas. Em junho, a média de temperatura na Alemanha foi de 18,5°C, um valor consideravelmente acima do histórico.

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No último fim de semana, a Alemanha registrou 15 mortes por afogamento, refletindo os perigos associados ao calor extremo. Além disso, a temperatura do Mediterrâneo atingiu 26,1°C, um recorde para o mês de junho. Especialistas alertam que os oceanos absorvem cerca de 90% do calor gerado pelas atividades humanas, mas essa capacidade não é suficiente para mitigar o aquecimento global em curso. António Guterres, secretário-geral da ONU, enfatizou os desafios que a cooperação internacional enfrenta em meio à crise climática. Ele também mencionou os cortes em programas de assistência a nações em desenvolvimento, que agravam a situação. A combinação de altas temperaturas e a falta de apoio a países vulneráveis destaca a urgência de ações globais para enfrentar as consequências das mudanças climáticas.

publicado por Patrícia Costa

 

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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