Tempestade tropical Erika deixa 13 províncias dominicanas em alerta

  • Por Agencia EFE
  • 27/08/2015 15h21

Santo Domingo, 27 ago (EFE).- Nove províncias dominicanas entraram em alerta amarelo (médio) e quatro em alerta verde (mínimo) nesta quinta-feira devido à passagem da tempestade tropical Erika, que se fortaleceu nas últimas horas com ventos de 85 km/h, conforme informou o Centro de Operações de Emergências (COE).

As províncias em alerta amarelo são La Altagracia, Hato Mayor, El Seibo, Samaná, María Trinidad Sánchez, Montecristi, Puerto Plata, Espaillat e La Romana. Em verde estão San Pedro Macorís, Santo Domingo, San Cristóbal e Monte Plata.

A previsão é que a tempestade passe na sexta-feira pelo norte do litoral da República Dominicana, onde se estendeu o alerta de tempestade tropical em direção ao oeste, perto da fronteira com o Haiti.

Em entrevista coletiva, o COE anunciou nesta quinta-feira a proibição de saída de embarcações frágeis, pequenas e médias, assim como o uso de praias no litoral atlântico do país, os esportes aquáticos e atividades recreativas em aéreas de praias.

O uso de balneários, rios e riachos com fins recreativos e de qualquer natureza, principalmente nas províncias sob alerta, também estão proibidos.

As autoridades do COE pediram aos moradores de regiões localizadas perto de rios que fiquem atentos às recomendações dos organismos de socorro.

A tempestade tropical Erika mantém seu desenvolvimento pelo Atlântico com ventos de 85 km/h. A previsão é que o fenômeno passe perto do nordeste de Porto Rico ao longo desta quinta-feira, segundo informou o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos.

Se a tempestade mantiver a trajetória prevista, se transformaria em furacão na madrugada da próxima segunda-feira, em sua passagem por Bahamas, mas o olho do ciclone não tocaria a costa sudeste da Flórida, ao contrário do previsto inicialmente.

Segundo o mais recente relatório meteorológico do NHC, com sede em Miami, a tempestade se encontra localizada a cerca de 205 quilômetros do oeste de Guadalupe. EFE