TV Jovem Pan chega ao mercado como antídoto contra a desinformação no país

Adivinha quem vai odiar a Jovem Pan News? Canal é contribuição histórica ao cidadão no momento em que a liberdade de expressão é globalmente ameaçada

  • Por Jorge Serrão
  • 28/10/2021 07h00
Reprodução/Grupo Jovem PanA Jovem Pan estreou o seu canal de notícias na TV por assinatura nesta quarta-feira, 27

O Brasil padece da falta de educação, do fisiologismo, do patrimonialismo, do compadrio, da “estatal dependência”, do abuso de autoridade, da cleptocracia (ou oclocracia) e da corrupção sistêmica. Em síntese, sobrevivemos em uma anarquia feudal travestida de demo-cracia. Os males são estruturais e sistêmicos. Só uma revolução poderá mudar tanta coisa errada. Só que estamos longe das pré-condições para mudança. Prevalece o cinismo pragmático. Discurso bem intencionado, porém com práticas sociais hediondas, comportamentos reprováveis e muita narrativa mentirosa dos poderosos, dos políticos e da mídia. O establishment faz tudo permanecer do mesmo “jeitinho”. Sua “turma do mecanismo” comanda as operações. A impressão de que algo mudará para melhor é sempre um sonho, uma ilusão ou, na realidade, uma impossibilidade ou improbabilidade. Para romper com tudo isso, um jornalismo independente, de alto nível, é mais que necessário. Por isso, viva a TV Jovem Pan News.

Nesse contexto quase inviável para a sobrevivência democrática, o Brasil ganha muito mais que um novo canal de televisão neste histórico 27 de outubro de 2021. A TV Jovem Pan News chega para cumprir um papel estratégico no presente do futuro do mercado de comunicação do país. Servirá de espelho e inspiração para inovadores empreendimentos em jornalismo focado na liberdade de expressão e na qualidade da informação, valorizando a força da opinião. Essa é a tendência do mundo digital que será consolidada e ampliada com a “Internet das Coisas” – que será efetivada com as tecnologias 5G e 6G.

O impacto político do canal é imediato. A Jovem Pan News chega para reafirmar a prática do Jornalismo que sempre foi marca do Grupo Jovem Pan, desde 1942. O novo canal é um contraponto ao “Jornalixo” tupiniquim – modelo canalha que bate todos os recordes de insanidade. O noticiário brasileiro, sobretudo na extrema mídia tradicional, decreta a morte do jornalismo. Os limites do estelionato editorial vêm sendo ultrapassados de maneira descarada. Agride-se a objetividade dos fatos. Estupra-se a verdade – definida como a Realidade Universal Permanente. Os tradicionais veículos de comunicação – alguns à beira da falência ou sérios candidatos a desaparecerem em breve – simplesmente assinaram suas sentenças de morte da credibilidade com a cobertura diária difamatória do governo federal e com a perseguição a quem prega valores conservadores e honestos.

O extremismo jornalístico (mais claramente na esquerda, mas também na direita que ainda não definiu sua identidade) firmou uma aliança com a corrupção política para produzir desinformação, contra-informação e debates irrelevantes. Definitivamente, ficou claro que o “Jornalixo” não tem compromisso com as mudanças estruturais. Na verdade, é aliado do crime institucionalizado. A novidade é que a maioria das pessoas percebe este fenômeno de pura canalhice. Isenção é um mito do jornalismo. Qualquer veículo de comunicação tem direito de escolher sua posição política-editorial. Cada um apoia ideias, posições ou candidatos que bem desejar, desde que respeitando a legalidade. Isto faz parte da liberdade de imprensa. O que não é legítima é a prática da contravenção da verdade. “Jornalixo” que mente e defende criminosos é ilegítimo e ilegal. Parcialidade criminosa é inaceitável. Resumindo: a imprensa corrupta, mentirosa e venal está com os dias contados no Brasil. Só idiotas aguentam tantas narrativas, intrigas e mentiras. Fakenews e “faketóides”, nunca mais. É a campanha que as pessoas de bem precisam lançar e abraçar. Daí a importância de um novo canal fiel à proposta de jornalismo independente do Grupo Jovem Pan. A “cumpanheirada” vai odiar. Mas isso é problema deles.

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.