Eleições na Coreia do Norte mostram que “nem tudo que é lícito é honesto”

A imprensa oficial norte-coreana anunciou a vitória com 100% dos votos do ditador Kim Jong-un, nas eleições legislativas realizadas domingo (09).
Havia apenas um candidato para cada vaga nas cadeiras do legislativo. A “liberdade” estava na escolha do “sim” e do “não”. Para dizer não, a cabine era separada. Ninguém ousou nela entrar e o ditador venceu por unanimidade, sem nenhuma abstenção.
A “imprensa” do país asiático afirma que “o resultado expressa apoio absoluto do povo e sua profunda confiança no supremo líder Kim Jong-un. Joseval Peixoto diz que o “o mundo está cansado” dessas “farsas de ditadura”.
Os romanos já diziam: “nom omne quod licet honestum est” (nem tudo que é lícito é honesto). E, em plena ditadura militar, o professor Gofredo Silva telles explicou a estudantes de Direito na Tribuna do Território Livre do Largo de São Francisco a distinção entre legalidade e legitimidade, que nem tudo que é legal é legítimo.
*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.
Comentários
Conteúdo para assinantes. Assine JP Premium.