Governo brasileiro se cala diante de mais uma atrocidade contra o cristianismo

  • Por Jovem Pan
  • 20/01/2015 12h00

Mais uma vez, fundamentalistas muçulmanos atacam igrejas cristãs e, mais uma vez, o Governo brasileiro se cala diante de mais essa atrocidade contra o cristianismo.

Os atentados do sábado destruíram duas igrejas presbiterianas brasileiras no Níger. Outros dois templos e uma escola missionária cristã também foram atingidos.

Ao todo, desde sexta feira, 10 pessoas morreram e cerca de 20 igrejas cristãs foram atacadas, incendiadas e saqueadas no país de maioria muçulmana.

Mas, do Itamaraty não se ouviu uma declaração de repúdio, nem saiu uma nota de protesto contra a barbárie.

Não foi assim quando, no ano passado, em defesa de seu povo e de seu território, Israel bombardeou alvos palestinos em Gaza. O Governo brasileiro se apressou em condenar a contra-ofensiva israelense, afirmando que o poder de fogo contra os terroristas do Hamas era “desproporcional”.

Dilma, que não esconde sua predileção pelo, digamos, “lado negro da força”, também condenou os ataques dos Estados Unidos contra os terroristas do Estado Islâmico, aquela horda de assassinos que costuma decapitar ocidentais, matar minorias étnicas e religiosas, estuprar meninas e arregimentar bárbaros para estabelecer, através da violência, um califado no Oriente Médio, regido pela sharia, a lei islâmica.

Mas o que esperar de um governo que defende o diálogo com terroristas muçulmanos? Que condene o massacre de cristãos pelo mundo? Seria ingenuidade.

Se a presidente do segundo maior país cristão do mundo se cala, outras vozes precisam gritar contra a cristofobia.

Há intimidação e violência contra cristãos em mais de 65 países. Na China comunista, igrejas são demolidas, símbolos religiosos, destruídos, e os cristãos congregam clandestinamente, temendo represálias.

Na Coréia do Norte, quem professa a fé cristã pode ser condenado à morte.

No Oriente Médio, berço do cristianismo, os seguidores de Jesus são perseguidos, crucificados e assassinados por radicais islâmicos.

Na Europa, o anti-cristianismo se alastra, espalhando o ódio aos cristãos, a exemplo do antissemitismo que hostilizou e perseguiu os judeus ao longo da história.

Até mesmo no Brasil, os cristãos são discriminados e desrespeitados por causa de sua fé.

Que o digam as hostilizações no Congresso Nacional contra a bancada evangélica. E as provocações das feministas que, durante a visita do Papa, se masturbaram, em público, com imagens sacras e crucifixos, vilipendiando a fé da maioria dos brasileiros.

Mais abominável que o desrespeito e a violência dos anti-cristãos, é o silêncio cômodo e a resignação covarde dos próprios cristãos.