Iodoterapia possibilita grandes chances de cura de tumores na tireoide

  • Por Jovem Pan
  • 18/01/2017 11h16
Projeção revela que em algumas décadas planos de saúde serão impagáveis para quase toda a população

O tratamento dos tumores mais comuns da tireoide se faz com a cirurgia e, geralmente, é retirada toda a glândula. Após a cirurgia, o paciente fica de quatro a seis semanas sem reposição hormonal para fazer o exame chamado “pesquisa de corpo inteiro” ou PCI. O exame procura detectar a presença de células benignas ou malignas.

Quando, baseado na anatomia patológica e no resultado da PCI, sugere-se a presença de células malignas, ou um risco delas existirem no corpo, se faz iodoterapia terapêutica. “A grande maioria das pessoas diagnosticadas é curada após esse procedimento”, diz o oncologista Fernando Maluf.

Se a doença voltar, novas doses de iodo radioativo podem ser aplicadas.

Mesmo bem tolerado pelos pacientes, o iodo radioativo, ocasionalmente, pode provocar secura na boca, dor no pescoço e um pouco cansaço.

Fernando Maluf, entretanto, alerta: “as mulheres não devem engravidar por um período de pelo menos um ano da última dose de iodo radioativo”.

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