Michel Temer e o “falastrão”

  • Por Jovem Pan
  • 07/06/2017 11h06
BRA01. RÍO DE JANEIRO (BRASIL), 19/05/2017.- Fotografía sin fechar, cedida por Campo Grande News hoy, viernes 19 de mayo de 2017, muestra a uno de los dueños de la empresa JBS Joesley Batista (i) junto al presidente de Brasil, Michel Temer (d), en Río de Janeiro (Brasil). Directivos del grupo JBS que colaboran con la justicia confesaron que pagaron sobornos por 80 millones de dólares al expresidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva y a su sucesora Dilma Rousseff, según documentos divulgados hoy, viernes 19 de mayo de 2017, por la Corte Suprema. En los documentos revelados por la corte, uno de los dueños de JBS, Batista, y el exdirector de Relaciones Institucionales del grupo Ricardo Saud, sostienen que los sobornos pactados con el ministro de Hacienda de Lula y Rousseff, Guido Mantega, desde 2005, alcanzaron la suma de 80 millones de dólares, depositados en diversas cuentas bancarias abiertas en el exterior. EFE/João Quesada/CAMPO GRANDE NEWS/SOLO USO EDITORIAL/NO VENTAS/MÁXIMA CALIDAD DISPONIBLEEFE - Joesley Batista e Michel Temer

O presidente da República até o momento vai ficar muito pouco tempo no cargo se a justiça vigorar no Brasil.

Ele disse que Joesley Batista é um falastrão. Mas Temer não deveria considera-lo um falastrão quando usou jato do dono da JBS duas vezes em 2011. E o sr. mentiu em nota quando disse que não o teria feito.

Só essa nota, em qualquer país sério, já derrubaria o presidente.

Depois, o sr. foi no aniversário da irmã do “falastrão”.

E o falastrão pediu uma série de favores indecorosos e criminosos e o sr. mandou procurar o Rodrigo, com quem disse ter apenas “relação institucional”.

Como apenas “relação institucional” se o sr. doou R$ 200 mil para Loures em 2014.

O sr. tinha entrado pela porta da frente e iria sair pela porta da frente. Pelos crimes cometidos, o sr. vai sair pela porta dos fundos.