O palavrório do Gilmar “onipresente”

  • Por Jovem Pan
  • 22/06/2017 13h03 - Atualizado em 29/06/2017 01h04
BRA101. BRASILIA (BRASIL), 08/06/2017 - Fotografía con múltiples exposiciones del presidente del Tribunal Superior Electoral, Gilmar Mendes, quien participa hoy, jueves 8 de junio de 2017, en el tercer día del juicio por supuesta corrupción en la campaña presidencial que compartieron en 2014 la destituida Dilma Rousseff y el actual mandatario Michel Temer, en el Tribunal Superior Electoral, en Brasilia (Brasil). Esta tercera sesión lleva al proceso a su fase decisiva, pues servirá para terminar de resolver cuestiones preliminares formuladas por las defensas y dará paso al voto de los siete magistrados, que configurará la sentencia. EFE/Joédson AlvesPresidente do TSE Gilmar Mendes durante julgamento da chapa Dilma-Temer; contradições escancaradas

Em 2002, quando advogado e professor de direito constitucional se tornou ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes nunca havia julgado nada importante.

O problema é que Gilmar se comporta com crescente arrogância há 15 anos.

Depois do Gilmar “onipotente” e “onisciente”, surgiu o Gilmar “onipresente”.

Ele está em todas e opina sobre tudo. Gilmar só fala fora dos autos. Até porque não é de perder tempo com as centenas de processos em sua sala.

Meteu-se agora em disse palavrório à la Dilma Rousseff.

“Investigação sim, abuso não”, disse. Seguiu-se a pausa para os aplausos, que não vieram.

“É preciso que se respeite o Congresso Nacional. É preciso que se respeite a política”.

Para isso, nada melhor do que punir aqueles que desmoralizam o próprio Congresso.

É isso que Gilmar Mendes não quer.