Pelegos de greve fracassada devem ser acionados

  • Por Jovem Pan
  • 28/04/2017 10h53
SAO003. SAO PAULO (BRASIL), 28/04/2017.- Manifestantes bloquean la avenida Ipiranga con diversos objetos y hogueras hoy, viernes 28 de abril de 2017, en la región céntrica de Sao Paulo (Brasil), durante una protesta por la "huelga general" que se adelanta en el país. La huelga general convocada para hoy por los principales sindicatos de Brasil contra las reformas promovidas por el presidente Michel Temer se sentía durante las primeras horas del día en todo el país, aunque con diversos grados de adhesión. La principal causa del descontento es una polémica reforma de las leyes que rigen el sistema de jubilación, la cual propone aumentar la edad para acceder a ese beneficio, pero el malestar también ha sido alimentado por otras medidas impulsadas por el mandatario brasileño. EFE/Fernando BizerraManifestantes bloqueiam Avenida Ipiranga

A grande notícia do dia é a tentativa fracassada de greve geral no Brasil.

Na grande maioria das cidades não aconteceu nada.

A ação das centrais sindicais concentrou-se nos metrôs, trens e ônibus, para impedir os trabalhadores de trabalharem.

O artigo 9º da Constituição assegura o direito de greve, mas os abusos estão sujeitos às penas da lei.

E a lei diz muito claramente que está resguardado o direito de empregar “meios pacíficos” para arregimentar trabalhadores.

Tentam esconder o fato de que criaram o pior triênio da história da economia e paralisam rodovias com pneus queimados, além de agredirem pessoas, como aconteceu no Rio de Janeiro.

O peleguismo da UGT (União Geral dos Trabalhadores), por exemplo, fez com que pessoas perdessem exames, etc. Ricardo Patah Diz que parou São Paulo, violando a lei, e fica solto?

Esses sem-vergonhas como Guilherme Boulos, que prometeu parar as vias, devem ser processados.

Vale destacar a ação correta e ordeira da Polícia Militar.

Espero que o poder público acione as centrais sindicais. Que a Justiça não passe a mão na cabeça desses pelegos.

Desafio os criminosos das centrais sindicais mostrarem onde trabalham na carteira de trabalho.