Prejuízos para Odebrecht já são enormes

  • Por Jovem Pan
  • 24/01/2017 12h06
PA2008. CIUDAD DE PANAMÁ (PANAMÁ), 17/01/2017.- Una mujer participa en una manifestación en las afueras de la Procuraduría General de Panamá hoy, martes 17 de enero de 2017 en Ciudad de Panamá (Panamá). Medio centenar de personas, entre ellos varios juristas panameños, pidieron hoy al Ministerio Público (MP-Fiscalía) de Panamá que revele los nombres de los funcionarios que presuntamente recibieron sobornos de la empresa Odebrecht. "No puede haber acuerdo sin divulgación de listas de todos los sobornados. Eso tiene que salir a la luz. Recuperemos lo que se han llevado de nuestro país. Los sobornados y los sobornadores tienen que pagar con cárcel", afirmó el abogado Ernesto Cedeño (i) durante una concentración a las puertas de la sede de la Fiscalía. EFE/Alejandro Bolívar EFE/Alejandro Bolívar Mulher protesta em frente à procuradoria do Panamá cobrando os nomes dos funcionários que teriam recebido propina da Odebrecht

A família Odebrecht não comporá a direção executiva da empreiteira, que passa por reestruturação após denúncias e condenações na Operação Lava Jato que revelaram um grande esquema de propinas da companhia com o poder público.

A decisão, mais do que uma escolha dos herdeiros do grupo, faz parte do acordo de delação premiada e leniência e das novas regras de compliance adotadas para tentar se evitar novas irregularidades.

Matéria do Estadão desta terça mosta que o esquema de propina era tão sofisticado, que o FBI levaria 103 anos para decodificar tudo. É provável, porém, que isso tenha que ser revelado espontaneamente pela empresa a partir dos acordos assinados no Brasil, EUA e outros países por onde a Odebrecht expandiu seus negócios.

Os prejuízos para a imagem e as finanças do grupo já foram enormes.

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.