Supremo protagonizou um dos momentos mais baixos de sua história
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Nesta quarta-feira (07) o Supremo Tribunal Federal decidiu pelo não afastamento do senador Renan Calheiros da presidência do Senado. Por 6 votos a 3, o peemedebista perde, no entanto, a possibilidade de assumir a presidência da República em caso de ausência do titular.
“Foi um dia triste da democracia brasileira. A sessão do Supremo foi patética porque a conclusão final foi de que alguém que não tenha requisitos mínimos para o exercício da presidência do Congresso pode mantê-la, mas não pode ser eventualmente, presidente da República”, diz Marco Antonio Villa.
Ele ainda critica: “isso é fantástico. Como conseguiram chegar a essa conclusão? Em qualquer país sério isso seria uma vergonha”.
Marco Antonio Villa diz ainda sobre a atitude da presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, que autorizou que o ministro Celso de Mello “pulasse a fila” e iniciasse a votação.
“Ele não poderia ter começado. Tem um regimento (…) Foi um dos momentos mais baixos da história do Supremo. Foi uma farsa e fico com a pergunta: aonde vamos chegar?”, finaliza.
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*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.
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