Constantino se opõe às críticas envolvendo o uso do cartão corporativo por Bolsonaro: ‘Parece uma peça escrita pelo PT’
As férias de fim de ano do presidente Jair Bolsonaro (PL) custaram quase R$ 900 mil dos cofres públicos pagas com o cartão corporativo, segundo informações solicitadas através da Lei de Acesso à Informação. A Secretaria-geral da Presidência da República afirmou que o valor está sujeito a alteração caso ocorram atualizações. Durante o descanso do mandatário passou sete dias em São Francisco do Sul, cidade localizada em Santa Catarina. No local, o chefe do Executivo participou de passeios de jet-ski e foi ao parque de diversões Beto Carreiro World. Enquanto Bolsonaro comparecia às atrações, parte do estado da Bahia encontrava-se alagado devido a fortes chuvas na região.
Durante sua participação no programa 3 em 1, da Jovem Pan, o comentarista Rodrigo Constantino classificou a discussão como “pura demagogia” e afirmou que há uma tentativa de atribuir ao presidente da República falsas narrativas. “O Lula é o ex-presidente que mais gasta, R$ 1 milhão de gasto por ano para mantê-lo. O presidente da República, pelo visto, não tem direito a tirar férias. É disso que se trata. O que nós vimos é pura demagogia, parece uma peça escrita pelo PT. ‘Enquanto pessoas morriam, Bolsonaro fazia isso’. Pura demagogia. Quem não enxerga um populismo, uma demagogia barata nisso precisa, realmente, rever seus conceitos. Então a pergunta que fica é: presidente da República tem direito ou não a tirar férias? Se responderem que não, que são quatro anos de pedreira o tempo todo e depois vai curtir, tudo bem. É um bom debate. Agora, se a resposta for: ‘Bom, ele tem direito a uma semana de férias’, isso vai custar um certo dinheiro. Porque ele não sai de férias andando de chinelo para ir a um hotel cinco estrelas. Ele mobiliza todo um aparato de segurança porque ele não é só um presidente da República, mas um presidente que a turma da esquerda tentou matar.”
Confira o programa desta quarta-feira, 23:
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