Perseguição de conservadores nas redes sociais vai ser implacável em 2022, diz Constantino

Presidente Jair Bolsonaro melhorou o desempenho nas redes sociais, segundo pesquisa; programa 3 em 1 comentou

  • Por Jovem Pan
  • 24/01/2022 18h03
Creative Commons/Microsiervos redes sociais Aplicativos de mensagem, como o Telegram, são utilizados por terroristas

O presidente Jair Bolsonaro (PL) melhorou o desempenho nas redes sociais entre os dias 17 de dezembro e 20 de janeiro. A conclusão é da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O levantamento mostra o chefe do Executivo liderando as interações no Twitter, Facebook, Instagram e YouTube no período. O melhor resultado foi no Facebook, com 13,6 milhões de interações, larga vantagem para o ex-presidente Lula, que teve 2,7 milhões de curtidas e comentários na plataforma no mesmo intervalo. Entre os demais pré-candidatos mais bem colocados nas pesquisas, o ex-ministro Ciro Gomes ficou em segundo lugar no Youtube.

Durante sua participação no programa 3 em 1, da Jovem Pan News, Rodrigo Constantino afirmou que as redes sociais são importantes para a democracia, mas fez algumas ressalvas. “Quando Obama ganhou lá atrás usando mais as redes sociais, a turma da mídia falou ‘olha que interessante, ele se comunica diretamente com o jovem, com o povo’. Aí veio 2016, Trump venceu e começou a pressão da imprensa para que essas redes sociais começassem a perseguir, censurar e expurgar a turma da direita. As redes sociais são importantes porque elas furaram a bolha da mídia que tem 99% dos jornalistas de esquerda. As redes sociais permitiram um espaço mais plural, mais democrático e livre, e isso está incomodando”, disse. “Vai ser um ano muito duro o ambiente das redes sociais, princialmente para conservadores, porque a perseguição vai ser implacável”, completou. 

Assista ao programa 3 em 1 desta segunda-feira, 24, na íntegra: