Confira aqui o que você não ouviu em “Os Pingos nos Is” de 27/03/2017

  • Por Jovem Pan
  • 27/03/2017 14h37

O que Reinaldo Azevedo, Victor LaRegina e Vitor Brown não comentaram nesta segunda-feira (27), você confere aqui:

BENJAMIN – O ministro do TSE Herman Benjamin concluiu o relatório do processo de cassação da chapa Dilma-Temer. A expectativa é que ele entregue o material ainda hoje ao presidente da Corte, Gilmar Mendes. A aposta no tribunal é que o ministro-relator votará pela cassação da chapa e se posicionará contra a separação das contas de Dilma e Temer na campanha em 2014. Caso seja seguido pela maioria, o presidente será destituído do cargo.

EXPORTAÇÕES – O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços informou que o valor médio diário das exportações de carnes pelo Brasil caiu de 62 milhões de dólares, até a deflagração da Operação Carne Fraca, para 50,5 milhões de dólares. A redução foi de 19%. Segundo a pasta, na semana anterior à Carne Fraca, o Brasil exportou quase 295 milhões de dólares em carnes. Já na semana passada, após a ação da PF, foram exportados 252 milhões de dólares.

IMPOSTOS – O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, descartou a possibilidade de o governo aumentar o IOF sobre o câmbio, como foi aventado por parte do mercado. O Planalto estuda meios para cobrir o rombo de R$ 58,2 bilhões e cumprir a meta fiscal deste ano.

PESQUISA – Segundo um estudo do Ipea sobre a situação da Previdência nos estados, os sistemas do Distrito Federal e de 22 dos 26 entes federativos operam no vermelho. Em apenas seis anos – entre 2009 e 2015, o rombo passou de R$ 49 bilhões para R$ 77 bilhões. Para pagar os aposentados, os Estados estão usando o dinheiro de caixa. A parcela da receita comprometida com a Previdência, na média, subiu de 9,5% para 13,2%.

TERCEIRIZAÇÃO – Segundo o Estadão, o presidente Michel Temer deve sancionar o projeto ,aprovado pela Câmara, que permite a terceirização em todas as atividades das empresas, sem as salvaguardas para os trabalhadores. A ideia do governo era aguardar a aprovação de uma outra proposta pelo Senado, que traria essas garantias. Para evitar atritos com as centrais sindicais, a solução encontrada até o momento é incluir as salvaguardas na reforma trabalhista.