Confira a edição completa de “Os Pingos nos Is” desta segunda-feira (24/04/2017)

  • Por Jovem Pan
  • 24/04/2017 15h25

Reinaldo Azevedo, Victor LaRegina e Vitor Brown comentaram os principais assuntos desta segunda-feira (24) em “Os Pingos nos Is”.

Em seu editorial de abertura, Reinaldo Azevedo falou sobre a reforma da Previdência. Saiba mais no editorial completo.

PREVIDÊNCIA – O presidente Michel Temer afirmou que o governo já autorizou todas as mudanças que eram possíveis no texto da reforma da Previdência e que não fará mais nenhuma concessão. Questionado por jornalistas sobre uma eventual decisão da bancada do PSB de não apoiar a proposta, Temer respondeu apenas que eles “não vão romper, não”. Em encontro com parlamentares no domingo, o presidente deu a orientação de que ministros e deputados da base aliada devem fazer uma mobilização em prol da reforma.

DALLAGNOL – O procurador Deltan Dallagnol usou seu Facebook para fazer um protesto contra o projeto que atualiza a lei de Abuso de Autoridade, que pode ser votado no Senado em 26 de abril. Deltan convidou o coordenador da Lava-Jato no Rio, Eduardo El Hage, para o vídeo. Também participou o procurador Carlos Fernando Lima.

FOCUS – De acordo com o Boletim Focus, do Banco Central, o IPCA deve ficar em 4,04% este ano. Para 2018, a previsão é de 4,32%. Já a expectativa de alta do PIB é de 0,43%. Para o ano que vem, a estimativa é de crescimento de 2,50% .

FRANÇA – Marine Le Pen, da Frente Nacional, e Emmanuel Macron, do recém-criado Em Marcha!, vão disputar, no dia 7 de maio, o segundo turno das eleições presidenciais na França. O direitista François Fillon e o socialista Benoît Hamon já declararam apoio a Macron. Jean-Luc Mélenchon, uma espécie de Marine Le Pen da extrema esquerda, ainda não o fez. Pela primeira vez em seis décadas, os partidos Republicano e Socialista estão fora da disputa.

LULA X MORO – O juiz Sergio Moro decidiu mudar a data do depoimento de Lula no processo sobre o tríplex de Guarujá, do dia 3 de maio para o dia 10 do mesmo mês. Segundo a Folha, a mudança ocorreu a pedido da PF, que argumenta que precisaria de mais tempo para organizar a segurança no local. O PT e os movimentos sociais preparam uma forte mobilização para apoiar o ex-presidente.