‘Emprestei dinheiro para o Silvio no começo da carreira’, revela Carlos Alberto de Nóbrega

Apresentador de ‘A Praça É Nossa’ participou do ‘De Tudo Um Pouco’ desta quarta-feira, 27, e contou suas histórias com o dono do SBT

  • Por Jovem Pan
  • 27/01/2021 22h32 - Atualizado em 27/01/2021 22h32
Reprodução/ YoutubeCarlos Alberto durante o programa De Tudo Um Pouco

Silvio Santos tem uma das histórias de superação mais famosas do Brasil. Começando como camelô e migrando para o SBT, o apresentador já teve que pedir dinheiro para o amigo Carlos Alberto de Nóbrega no início de sua carreira. Quem contou a história foi o próprio ‘Casalberto’ durante o programa De Tudo Um Pouco desta quarta-feira, 27. “Eu conheci o Silvio em 1954, são 77 anos. Ele tinha 25 anos e ele era pobre. Eu emprestei dinheiro para ele”, disse aos risos. “Eu era solteiro, meu pai estava bem de vida. Ele tinha carro e eu usava o carro dele, morava com ele e não pagava nada e eu guardava dinheiro. Quando o Silvio começou a crescer com o Baú, ele precisava de umas lambretas para os vendedores e ele me fez uma proposta. Ele sabia que eu tinha um dinheiro guardado e disse ‘Carlos, quanto o banco te paga de juros?’, eu disse ‘Acho que é 1%’ e ele disse ‘Eu te dou 2% com uma condição, eu vou te pagar as poucos’ e eu fiquei ganhando o dobro do banco”, completou. Em todos os anos juntos, a dupla já teve algumas diferenças e brigas, mas ele afirmou que continuam amigos e que sabe como tratar o amigo.

Questionado sobre como está a vida durante a pandemia da Covid-19, o apresentador da ‘A Praça É Nossa’ confessou que as coisas não estão fáceis. “No começo foi até gostoso, porque era verão e eu tenho um sítio gostoso, mas começou a ficar ruim. Eu voltei para São Paulo no dia 2 de maio pronto para começar e quando eu cheguei lá no SBT, nada disso era verdade, a coisa estava feia e o Silvio tinha dado uma ordem para as pessoas que tinham mais de 70 anos não podiam entrar no prédio. Eu achava que dava para fazer [o programa], tinha pensado em fazer A Praça no jardim e com um banco com 2 metros. Eu comecei a trabalhar com 9 anos de idade com o meu pai, comecei a trabalhar como profissional em 1954, sem deixar de trabalhar uma semana. Nesse tempo eu pirei, tive tudo que é doença que pode imaginar, mas fiz exames e não deu nada. Tudo emocional”, desabafou.

Assista abaixo o programa completo: