Ação em Niterói não apreende fuzis e diretor da Polícia Civil do RJ admite frustração

  • Por Jovem Pan
  • 17/08/2017 06h52 - Atualizado em 17/08/2017 11h50
Tânia Rêgo/Agência Brasil Apesar do saldo negativo, as forças envolvidas na operação consideraram-na exitosa. Mas o diretor da Polícia Civil, Celso Couto, admitiu que a não apreensão de um fuzil mancha um pouco o resultado da ação

Cerca de 2,6 mil homens das Forças Armadas, mais de mil tanques e blindados, centenas de agentes das Polícias do Rio de Janeiro, blitz, um estardalhaço, mas o resultado final foi o mesmo: nenhum fuzil foi apreendido na operação desta quarta-feira (16) em Niterói, na região metropolitana, repetindo o resultado negativo da operação anterior, realizada já há onze dias.

Os agentes foram até comunidades de Niterói cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão. Foram cumpridos 16 de prisão e dois menores foram apreendidos. Foram apreendidos carregadores, coletes, radiotransmissores, um quilo de maconha, 100 pinos de cocaína e material de contabilidade.

Apesar do saldo negativo, as forças envolvidas na operação consideraram-na exitosa. Mas o diretor da Polícia Civil, Celso Couto, admitiu que a não apreensão de um fuzil mancha um pouco o resultado da ação.

“Houve época em que você entrava em comunidade e armas eram embaladas em um mesmo ambiente. Hoje elas são acauteladas sob responsabilidade de A, B, C e D e cada um tem que dar destino aquela arma de guarda. Se perder tem que pagar. Hoje o nível de apreensão pode ter sido baixo, mas em passado não muito distante, a Polícia Civil fez uma grande apreensão”.

*Informações do repórter Rodrigo Viga