Brasileiro quer investir, mas ainda se confunde com falta de informação

  • Por Jovem Pan
  • 03/12/2018 07h40
PixabaySegundo boletim divulgado em outubro pela Bolsa de Valores, nunca no Brasil houve número tão grande de pessoas físicas investindo em ações

A palavra “investimento” ainda soa estranha para muitos brasileiros, sobretudo se for tentar entender sobre Renda Variável ou Fixa, Fundos de Investimento, Fundos Imobiliários, Tesouro Direto.

Mas esta é uma realidade que está em modificação. Isso porque, segundo boletim divulgado em outubro pela Bolsa de Valores, nunca no Brasil houve número tão grande de pessoas físicas investindo em ações.

Somente este ano foram 110 mil novos investidores, totalizando 730 mil pessoas, que transacionaram o equivalente a 18% do volume total. A preocupação de que o tema investimento seja algo de difícil compreensão acaba afastando pessoas interessadas em ingressar nesse mercado.

E, claro, tem muita gente de olho nessa situação, procurando facilitar o acesso de informações ao mercado financeiro. É o caso de Nelson Massud, CEO de uma fintech, startup que trabalha em inovações para o setor financeiro.

Com o cenário de menos de 0,5% das pessoas físicas investindo em ações, Nelson achou espaço para entrar com uma solução facilitadora. Em menos de dois meses de lançamento, o aplicativo para investimentos, criado por sua fintech, já tem 40 mil clientes.

Markus Kalousdian é um dos investidores com o perfil do brasileiro: tinha interesse no assunto, mas encontrava dificuldades em entender e aplicar. Markus e seus amigos chegaram até a desanimar de seguir no mercado de ações, até encontrar o aplicativo que traçou o melhor caminho para suas necessidades de negócio.

A intenção dos idealizadores deste aplicativo gratuito é crescer mais e, até o fim do ano, chegar a 100 mil usuários ativos, número correspondente a 14% do total de pessoas físicas que hoje investem na Bolsa.

*Informações do repórter Fernando Martins