Cármen Lúcia debate segurança de juízes trabalhistas com entidades de classe

  • Por Jovem Pan
  • 11/04/2018 06h31 - Atualizado em 11/04/2018 06h33
Derek Flores/Jovem PDe acordo com o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, nos últimos anos, os dados do CNJ mostraram que quase 100 juízes receberam ameaças graves

Ser juiz do trabalho virou profissão de risco no Brasil nos últimos tempos. A presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministra Cármen Lúcia, discutiu nesta terça-feira (10) a segurança dos magistrados com representantes de associações de juízes trabalhistas.

Se antes as ameaças eram mais comuns na Justiça Criminal, hoje são comuns também na Justiça do Trabalho e da Família, afirmou à ministra, o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Guilherme Guimarães.

Ele disse que solicitou à Cármen Lúcia a expansão da diretoria criada por ela no CNJ que trata da segurança dos magistrados e hoje conta com dois delegados da Polícia Federal.

De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, nos últimos anos, os dados do CNJ mostraram que quase 100 juízes receberam ameaças graves. Só em 2018 foram registrados quatro casos de ameaças de mortes e juízes.

*Informações do repórter Claudio Tognolli