CPI apura irregularidades na Fundação para o Remédio Popular

A CPI solicitou o julgamento pelo TCE das contas da Fundação, de 2012 a 2018

  • Por Jovem Pan
  • 20/05/2019 08h40 - Atualizado em 20/05/2019 10h15
Divulgação/FURP Divulgação/FURP Os deputados pretendem analisar um aditivo de R$ 22 milhões, pago pela Furp, dentro de contrato de Parceria Público-Privada

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Fundação para o Remédio Popular, a CPI da Furp, pretende apurar denúncias de irregularidades, como superfaturamento no contrato para construção da fábrica de medicamentos, e a reprovação das contas anuais pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

O vice-presidente da CPI, Danilo Balas (PSL) visitou ao lado de outros parlamentares, a fábrica de Guarulhos.

Os deputados pretendem analisar um aditivo de R$ 22 milhões, pago pela Furp, dentro do contrato de Parceria Público-Privada, da fábrica de Américo Brasiliense.

A CPI solicitou o julgamento pelo TCE das contas da Fundação, de 2012 a 2018; bem como dados da aquisição e fornecimento de medicamentos a pacientes da rede pública de saúde do Estado de São Paulo, em cumprimento a decisões judiciais.

*Informações do repórter Marcelo Mattos